Investir na piscicultura, principalmente na produção de tilápia, como uma alternativa lucrativa para pequenos produtores e comerciantes. Esse é o objetivo do prefeito Leandro Peixe que pretende incentivar a piscicultura como fonte alternativa de renda complementar no município. Uma das possibilidades que vem sendo estudada pelo município é introduzir o filé de tilápia no cardápio da merenda escolar. O assunto foi abordado durante uma reunião realizada nesta terça-feira (16), no Centro Administrativo, na Praça Cruzeiro,  entre os membro da Comissão da Agricultura Familiar  e técnico da Fundação Instituto de Pesca do Estado do Rio de Janeiro (Fiperj), Paulo Roberto Fonseca Gonçalves Vianna, que realiza um trabalho junto aos produtores rurais, promovendo o acesso às técnicas de cultivo.

Além de orientação técnica, essa parceria com a Fiperj vai favorecer os pequenos produtores com conhecimento e suporte das atividades, os processos de legalização da atividade que realiza, para receber o Selo de Inspeção Municipal, além de acesso às linhas de crédito disponíveis para o desenvolvimento das atividades de piscicultura e aqüicultura no município.  Os técnicos da secretaria de Agricultura estão visitando os produtores que já trabalham com criação de peixes ou desejam iniciar na atividade, buscando e levando informações sobre regulamentação, entre outros assuntos.

Agricultura Familiar – Todo ano os agricultores participam da Chamada Pública, organizada pela Comissão da Agricultura Familiar, para a aquisição de produtos da Agricultura Familiar. Quiabo, maxixe, jiló, aipim, laranja, banana são alguns desses produtos que são adquiridos e fazem parte do cardápio que são servidos nas escolas. A intenção da prefeitura é introduzir o filé de tilápia na merenda escolar, utilizando a Lei nº 11.947, de 16 de junho de 2009, que determina que, no mínimo, 30% do valor repassado a estados, municípios e Distrito Federal pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE) para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) deve ser utilizado na compra de gêneros alimentícios diretamente da agricultura familiar e do empreendedor familiar rural.

Texto: Denilson Santos

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